23 outubro 2011

Dói. Sinto mais o doer do que o sonho que passa. Sinto mais do que um grito doente. Estou sem margem de manobra, talvez o amor seja isso. É como se o mundo já tivesse acabado, é como se o silêncio fosse morte, que me invade e me possui. Falta de tudo. De todos. Ontem, tal como eu esperava, não apareceste. 3 meses parecem uma eternidade, um sufoco... sem pensar no que sinto, e no que sinto ao pensar. Escorre uma lágrima seca, por me sentir a evaporar. Os nossos lábios jámais se tocarão novamente e, sem temer, penso sem conexão. Que revolta, que vago. Olho-te momentaneamente, na tua face adormecida, e vejo um homem que me dói... mas que não me sente.

5 comentários:

joana meneses disse...

sufoca mesmo. odeio a rotina, odeio qe seja sempre o mesmo.

Isabel Santos disse...

adorei! "e vejo um homem que me dói... mas que não me sente."

disse...

tudo o que tenho dito em relação ao assunto é do fundo princess. vou cá estar e sei que tu também. obrigada por essa força imensa que és capaz de me transmitir. ♥

mary disse...

senti magia aqui.

disse...

"vejo um homem que me doi...mas que não me sente" de génio:)