14 junho 2011

Quero libertar a minha mente. Isto está tão cheio de ti… memória. Actos inconscientes que anteriormente não me trouxeram frutos. Não os meus. Penso, acho e até arrisco em dizer que conheci a face que mais ninguém conhecia. Se é mau… pouco me importa. Se eras diferente… se não eras!! Pensava eu que eras, no bom sentido. Com o tempo descobrem-se os podres, as mentiras, as traições. Confesso que me senti humilhada, usada. Dei-me a conhecer o pânico, a ansiedade, o desespero que as saudades nos podem trazer, os meses de separação e o retorno ao mesmo, o andar leve, levando-me para o abismo. Acredito que a tua natureza não te permitia amar, entregar, rir escandalosamente porque cagar na opinião alheia era o que eu sabia fazer de melhor… contigo. E agora sem ti. Eu não me arrependo de alguma vez ter sido a maior ingénua contigo, de te ter perdoado mil e uma vezes, de todo!!
Espero que, em alguma situação da tua vida, ames alguém como eu já te amei a ti! Assunto encerrado.

2 comentários:

Esther disse...

gostei da tua forma de pensar. é assim mesmo!

ines disse...

são pessoas assim, fortes, que fazem tudo ser melhor